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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ampliação do aviso prévio: quais os impactos para o trabalhador?

De acordo com o Projeto de Lei 3941/89, os funcionários que tiverem até um ano de trabalho na mesma empresa terão um aviso prévio de 30 dias

As alterações no pagamento do aviso prévio, aprovadas na quarta-feira (21) pela Câmara, causaram polêmica nas esferas empresariais. Contudo, pouco se discutiu sobre os impactos de tais mudanças para o trabalhador.

Se por um lado os funcionários que tiverem seus contratos rescindidos poderão ser beneficiados com o recebimento de uma indenização proporcional ao tempo de trabalho – de até 90 dias –, por outro, quem pedir a conta deverá arcar com o prejuízo de tal decisão.

A advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco, Rosania de Lima Costa, explica. "Se o projeto for sancionado pela presidente sem alterações, ou seja, como o texto foi entregue, o trabalhador que pedir demissão deverá pagar tal aviso ao empregador também de forma proporcional", diz.

De acordo com o Projeto de Lei 3941/89, os funcionários que tiverem até um ano de trabalho na mesma empresa terão um aviso prévio de 30 dias. Contudo, os contratados que atuarem na organização por mais tempo, terão acrescentados três dias para cada ano de serviço – estes limitados a 60 (equivalentes a 20 anos de trabalho).

Impasse à vista

Com essa nova sistemática, a expectativa do setor não é muito atrativa para ambas as partes. "Acredito que as empresas passarão a solicitar o cumprimento do aviso prévio de forma proporcional. Desta forma, o pagamento indenizatório de até três salários extras para o caso de dispensa das atividades poderá ser evitado", diz Rosania.

Contudo, isso nem sempre se mostrará uma boa solução, conforme avalia o consultor trabalhista e previdenciário da Macro Auditoria e Consultoria, Leandro Libardi. "A empresa terá que conviver com um trabalhador desmotivado, que não executará as atividades com zelo. Isso certamente fará a mesma dispensá-lo", acredita.

Como decidir?

Outra situação será a do trabalhador que pedir a conta sem ainda ter outro emprego definido. Neste caso, a pergunta a ser feita será: ter o desconto do aviso em folha, que agora ficou mais 'salgado', ou permanecer na empresa? Nestes casos, a segunda opção provavelmente prevalecerá.

Tal questionamento, no entanto, dificilmente afetará os profissionais que já tiverem conseguido uma nova oportunidade. "O empregado que pedir demissão por já ter outro emprego não se importará de pagar tal indenização ao pedir a dispensa do aviso prévio. A proposta em vista deverá ser bem melhor", alega Rosania.

Demissões mais criteriosas


Situações à parte, uma coisa é fato: as empresas certamente passarão a avaliar com mais cautela os contratos de trabalho antes de optar pela demissão de um funcionário. Ao menos, é isso que Rosania acredita.

Para ela, as dispensas exigirão mais critérios, especialmente por que as verbas recisórias ficarão mais caras para o empregador. "A folha de pagamento será onerada porque o aviso prévio também afeta os demais valores pagos nas rescisões contratuais. Ao décimo terceiro, por exemplo, deverão ser somados mais três meses de trabalho, bem como no que diz respeito ao pagamento do INSS e FGTS", esclarece Rosania.

Desta forma, nem a multa de 40% paga pelos contratantes ficará de fora dessa conta. "A multa será calculada sobre o FGTS, cujo valor será alterado pela proporcionalidade do aviso prévio", completa.

Aprovação

Apesar de o projeto ter sido analisado pelas comissões permanentes e contar com substitutivos das comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e da CCJ (Constituição e Justiça e de Cidadania), um acordo entre as lideranças permitiu a aprovação do texto original vindo do Senado.

Segundo a advogada, a decisão do Congresso evitou que o assunto fosse arbitrado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que ameaçou definir os critérios da proporcionalidade do aviso prévio no julgamento de ações individuais de trabalhadores.

"Como o Supremo ameaçou fazer o papel do Legislativo, a decisão sobre alguns casos foi suspensa e o Legislativo correu para aprovar o projeto. Se isso não fosse feito, o número de indenizações retroativas certamente seria enorme", diz.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Três anos após lei, oferta de estágio volta ao patamar de 2007

Antes de aprovada a Lei, em 2008, eram 1,1 mi de estagiários; atualmente, são 740 mil do ensino superior e 260 mil do médio

Três anos após a publicação da Lei 11.788, que alterou as relações entre empresas e estagiários, o número de vagas de estágios ofertadas no Brasil voltou ao patamar de 2007, segundo informações do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios).

De acordo com o Núcleo, antes de aprovada a legislação, em 2008, eram 1,1 milhão de estagiários no país, sendo 715 mil do nível superior e 385 mil do ensino médio e técnico. Com a entrada em vigor da lei, devido ao receio das empresas - juntamente com a crise econômica - o total de estudantes estagiando caiu 40% nos seis meses seguintes.

Atualmente, são 5,08 milhões de universitários no Brasil, mas apenas 14,5%, ou 740 mil conseguem estagiar. No ensino médio, os números são ainda piores, visto que dos 8,33 milhões de estudantes, somente 3,1%, ou 260 mil, estão estagiando.

O que diz a Lei?

Com a atual lei do estágio, alguns benefícios foram instituídos para estimular as organizações durante a contratação. Dentre eles, estão incentivos sociais e fiscais, como a não necessidade de recolher INSS, FGTS, verbas rescisórias e 13º sobre a bolsa-auxílio.

Por outro lado, as empresas ganharam as seguintes obrigações:
  •     Um funcionário de seu quadro pessoal deverá orientar e supervisionar até dez estagiários (no máximo), desde que ele seja formado na mesma área doo estudante;
  •     Contratar para o estagiário um seguro contra acidentes pessoais;
  •     Enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de seis meses, relatório de atividades;
  •     A jornada de trabalho dos estagiários de todos os níveis deverá ser de, no máximo, 30 horas semanais, o que equivale a seis horas por dia;
  •     O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 horas semanais, desde que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino;
  •     Em época de provas, a jornada de trabalho deverá ser reduzida pela metade (como a maioria dos estagiários é paga por hora, isso implica redução da bolsa-auxílio);
  •     A duração do estágio não pode exceder dois anos, exceto quando se tratar de estagiário com deficiência;
  •     Torna-se obrigatório o pagamento de vale-transporte;
  •     É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a um ano, período de recesso de 30 dias, a ser tirado na época das férias escolares. Caso o estagiário esteja há menos de um ano na empresa, o recesso deverá ser proporcional;
  •     Durante o recesso, o estagiário deverá receber sua bolsa-auxílio normalmente (aqui, não há pagamento de um terço da bolsa, direito concedido àqueles contratados sob o regime da CLT).

Estágio

Recomendado por especialistas para quem quer trilhar um caminho de sucesso, o estágio é visto como um facilitador do desenvolvimento pessoal e profissional.

Somente neste ano, conforme dados da Abres (Associação Brasileira de Estágios), 210 mil vagas foram criadas no Brasil, sendo 170 mil no superior e 40 mil no ensino médio e técnico. Para o presidente do Nube, Carlos Henrique Mencaci, é necessário ampliar estes números.

“O objetivo é ampliar a oferta de vagas para jovens no Brasil, onde o nível de desemprego é muito superior em relação às outras faixas”, diz.

Para aqueles que querem se dar em ao disputar uma vaga de estágio, a coordenadora de treinamento do Cedep (Centro de Desenvolvimento Profissional), Yolanda Brandão, dá a seguinte dica: “como afirma a própria lei, o estágio é um ato educativo. Portanto, é fundamental investir na formação acadêmica e particiapr das atividades oferecidas pela universidade ou escola”.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Conheça 10 carreiras em que a pós-graduação faz a diferença

Especialista indica as dez especializações mais importantes para o atual cenário de trabalho brasileiro

O aumento da renda do trabalhador e a iminência de um verdadeiro boom de obras de infraestrutura, com a Copa 2014 e a Olimpíada de 2016, prometem aquecer o mercado de trabalho brasileiro. A expectativa do Sebrae, por exemplo, é que 700 mil novos postos sejam criados até a realização de tais eventos, sendo 420 mil apenas pelas empresas de menor porte.

Quem deseja se destacar e fazer a diferença nesta hora precisa estar preparado. Afinal, se as oportunidades serão muitas, as exigências para os contratados também.

Portanto, fique atento! Se você ainda não se especializou, aproveite as dicas do gerente da divisão de Vendas e Marketing da Robert Half, Jorge Martin, para descobrir quais os cursos que realmente farão a diferença em um processo de seleção e invista!

As pós-graduações mais quentes do mercado

Confira abaixo as 10 especializações indicadas pelo especialista:

  •     Gestão tributária – procurada por profissionais de todos os segmentos, especialmente os focados na área jurídica, o MBA em Gestão Tributária está em alta no País, afinal, nada pode ser tão complexo quanto o sistema tributário nacional, bem como os processos de fusões e aquisições. Por isso, pense bem: contar com um profissional que entenda tudo sobre o tema é tudo que um empreendedor pode desejar.
  •     Medicina do trabalho e gestão em saúde – com tantas oportunidades de trabalho ser médico, deixou de ser suficiente e é preciso mais. Portanto, se você quer fazer diferente, aposte suas fichas no universo da Medicina do Trabalho. Nesta especialização, os riscos dos trabalhadores são constantemente avaliados e mensurados e oportunidades não vão faltar a ninguém.
  •     Segurança ambiental – as obras de infraestrutura e eficiência energética promovidas pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) têm agitado o mercado de engenharia ambiental. Para tanto, é preciso estar preparado para lidar com os possíveis impactos ambientais e suas consequências. Quem estiver interessado em dar um up na carreira é só aproveitar a dica: ainda dá tempo de investir na área.
  •     Gerente de projetos – os engenheiros civis que se preparem, já que os cursos de especialização em projetos estão em alta, afinal, o que não faltam neste País são obras de infraestrutura – sejam elas públicas, comerciais ou residenciais. De acordo com Martin, esta é uma boa área para se investir, especialmente por que muitas empresas estão à procura de bons profissionais que possam dar conta de seus projetos.
  •     Controladoria, Gerência Contábil e Fiscal – o curso é indicado para profissionais formados em Administração, Contabilidade e Ciências Contábeis e promete atualizar os interessados na área de planejamento. Nada mais adequado para quem atua em um mercado tão agitado, em que as transações comerciais despontam a todo momento.
  •     Negócios em petróleo e gás – a gestão nesta área costuma ser muito bem aproveitada e requisitada, em virtude da dificuldade de se encontrar profissionais familiarizados com o tema. Aqui, os diretores de desenvolvimento de negócios das organizações, bem como os engenheiros interessados no setor são os mais visados. Para Martin, a indústria naval é uma das mais favoráveis no momento.
  •     Engenharia de produção – os profissionais da indústria também não ficarão de fora da lista de especializações. O segmento de engenharia de produção, por exemplo, tem sido um dos mais procurados pelo setor, que, por sua vez, busca uma gestão de processos cada vez mais qualificada para aumentar a produção e reduzir eventuais custos.
  •     Gestão empresarial – recomendado para os executivos de vendas e finanças que desejem aprimorar conhecimentos e estratégias com foco no mercado. Traz informações sobre finanças, operações, marketing e gestão de pessoal, abordando todas os segmentos de uma empresa em prol de uma atuação mais empreendedora.
  •     Gestão de pessoas – e se o aquecimento do mercado favorecerá a contratação de profissionais, a gestão de pessoas também será beneficiada. Com um maior número de contratações, aumenta também a responsabilidade de tal setor para planejar e intervir nos processos corporativos, além de reconhecer possíveis talentos que possam vir a contribuir para a empresa.
  •     Finanças aplicadas à gestão de RH – nova e estratégica dentro das organizações, a pós-graduação nesta área têm sido muito aproveitada pelos profissionais de recursos humanos - estes, diferentemente do passado, agora também precisam mensurar os custos de uma contratação e do aprimoramento da equipe. De acordo com Martin, é justamente por conta de tal visão estratégica que este setor costuma ser valorizado, afinal, é dele a responsabilidade pelo planejamento de gastos em especializações e qualificações, bem como com os demais investimentos que possam aumentar o desempenho do trabalhador e, consequentemente, da empresa.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Era estagiário e foi efetivado? Veja as principais diferenças de direitos e deveres

A principal alteração acontecerá no aspecto financeiro, já que começam as contribuições e descontos salariais

O contrato de estágio terminou e, felizmente, seu chefe decidiu efetivar você. Deixar de ser um estagiário para tornar-se um funcionário efetivado traz, além de um salário melhor, alguns direitos e deveres que nem sempre são positivos.

A principal alteração acontecerá no aspecto financeiro. Se por um lado o funcionário passa a receber mais, ele também vai começar a fazer diversas contribuições nunca antes exigidas.

Descontos
A bolsa-auxílio, que é a forma como as empresas remuneram seus estagiários, está isenta de qualquer desconto. Já com o salário dos celetistas, ou seja, funcionário com contrato de trabalho regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), a coisa não é bem assim.

Os principais descontos salariais obrigatórios dos celetistas serão: INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), FGTS (fundo de garantia por tempo de serviço), Taxa assistencial, taxa sindical e IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte).


Justa causa
Outro aspecto que diferencia os estagiários dos celetistas é a dispensa por justa causa. Quando o estagiário não mostra bons resultados, falta muito e parece desmotivado, a empresa pode finalizar o contrato a qualquer momento. No caso dos funcionários registrados, certos comportamentos podem justificar uma demissão por justa causa, fazendo com que o empregado perca diversos direitos.

Falando em faltas, sendo estagiário ou não, perder um dia de trabalho sem apresentar uma justificativa médica permite que a empresa desconte um dia de salário e suspenda o pagamento do vale transporte e refeição referente ao dia daquela falta.

Benefícios
Todas as empresas são obrigadas por lei a fornecer vale transporte tanto para os estagiários quanto para os efetivados. No entanto, para esses últimos, poderá haver um desconto na folha de pagamento pelo benefício. Se você era estagiário e ganhava R$ 100 de vale transporte, sem nenhum desconto na sua bolsa-auxílio, tornando-se efetivado a empresa tem o direito de, ao continuar pagando os mesmos R$ 100, descontar de 6% a 8% do seu salário.

No caso da refeição, a empresa é obrigada a oferecer uma forma do funcionário se alimentar, seja oferecendo cozinha para o preparo da refeição, convênio com algum restaurante, ou mesmo vale refeição. Se a empresa optar pelo VR (vale refeição), nenhum desconto deverá ser feito na bolsa auxílio do estagiário, mas, no caso dos celetistas, dependendo do valor pago, a emprega pode descontar até 20% do salário.

No caso do estagiário, o pagamento do 13º fica a critério da empresa, assim como oferecer assistência médica e odontológica, mas as férias remuneradas são obrigatórias. No caso do celetistas, o 13º já é obrigatório, assim como as férias remuneradas e a assistência médica. Assistência odontológica é facultativa.

Funções
De acordo com a lei existe uma clara diferença entre como deve ser desenvolvido o trabalho do estagiário e o do funcionário regular. Em primeiro lugar, estagiário não tem chefe, mas sim supervisor de estágio. Na prática isso quer dizer que o estagiário não pode realizar tarefas iguais às realizadas pelos funcionários efetivados, nem ser exigidos da mesma forma.

De acordo com o advogado do Gaiofato advogados associados, Dr. Fábio Christofaro, essa questão é uma das que mais motivam ações trabalhistas movidas pelos estagiários. As ações usualmente exigem que o contrato de estágio seja descaracterizado e reconhecido o vínculo empregatício.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Marketing é um dos setores que mais contrata, diz levantamento

Além do Marketing, também se destacaram os setores de Finanças, Vendas, Propriedade e Construção, Supply Chain, RH, Oil & Gás e Engenharia

Cargo com maior demanda no primeiro semestre de 2011 foi o de Gerente Sênior de Comunicação
O Marketing foi uma das áreas que mais admitiram profissionais no Brasil, no primeiro semestre de 2011. O cargo com maior demanda foi o de Gerente Sênior de Comunicação, principalmente na cidade de São Paulo, com uma média salarial de R$ 20.000,00, segundo um levantamento da Michael Page.

Além do Marketing, também se destacaram os setores de Finanças, Vendas, Propriedade e Construção, Supply Chain, RH, Oil & Gás e Engenharia. Segundo o estudo, o volume geral de contratações no país cresceu 75% em comparação ao mesmo período de 2010. A distribuição dos executivos brasileiros também está mais regionalizada, com contratações fora do eixo Rio-São Paulo somando 36% do total.

domingo, 24 de julho de 2011

Inclusão de portador de deficiência no mercado de trabalho é desafio

Empresários têm dificuldades de preencher cotas, em virtude da falta de qualificação. Carência de formação é principal motivo

Os empregadores têm encontrado sérias dificuldades para preencher as cotas de contratação de portadores de deficiência impostas pelo governo. A falta de profissionais qualificados no mercado é um dos principais motivos. O fato é agravado ainda pela carência de formação básica destes trabalhadores, que normalmente recebem pouco ou quase nenhum incentivo ao longo de suas vidas.

A advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco, Rosania de Lima Costa, explica que, nestes casos, o problema costuma ter início dentro de casa. “Existe uma cultura familiar de segregação, em que os deficientes são deixados de lado. Sem o apoio da família, as pessoas se sentem menos confiantes para enfrentar o mercado de trabalho”.

Para se ter ideia, as informações do último censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que existem no País aproximadamente 24,5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência – o número representa 14,5% da população. Deste total, cerca de 60% são considerados analfabetos.

Desacordo com a realidade

Atualmente é possível verificar um desacordo entre a realidade imposta pelo governo com a Lei nº 8.213/1991, publicada no dia 24 de julho de 1991, e as necessidades do mercado. Afinal, preencher cerca de 2% a 5% dos cargos com portadores de deficiência não é uma tarefa tão simples quanto possa parecer, especialmente porque o problema costuma ir além da capacitação profissional.

“A lei obriga os empregadores a cumprirem a cota de contratações, porém, não informa onde os mesmos possam procurar tais profissionais”, diz Rosania. “O mais interessante nestes casos é que, apesar das facilidades de busca oferecidas pelos portais de empregos na internet, ainda são poucas as instituições aptas a preparar portadores de deficiência para o mercado de trabalho”, completa.

Segundo informações da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) divulgadas pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), entre os anos de 2007 e 2010, o número de trabalhadores com deficiência formalmente empregados caiu 12%. Isso sem mencionar as quase 42,8 mil vagas para pessoas com deficiência que foram fechadas por falta de profissionais qualificados.

Adequação de espaços

Outro ponto que tem dificultado os processos de contratação diz respeito à adequação de espaços aos quais estão sujeitos os empregadores que queiram contratar deficientes.

Afinal, é preciso lembrar que, em prol dos funcionários, algumas adequações de infraestrutura se fazem mais que necessárias para receber os profissionais. “A instalação de uma rampa, a melhoria dos acessos, a adequação dos banheiros trazem custos. Isso sem mencionar a capacitação do empregado, que precisa receber investimentos do empresário para contornar a falta de incentivo do mercado”, diz Rosania.

Para ela, o ideal seria que os empregadores, ao invés de se preocuparem apenas com o preenchimento de cotas, passassem a investir mais nos profissionais, visando ao desenvolvimento de cada um.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Networking é o principal meio de contratação em empresas brasileiras, aponta pesquisa da Catho

Os classificados online ocupam a segunda posição no ranking 

O networking é a principal ferramenta de contratação nas empresas brasileiras. Pelo menos é o que constatou uma pesquisa do site de classificados Catho, que ouviu cerca de 46 mil profissionais de todo o Brasil. Ainda segundo o levantamento, as redes sociais são o meio menos utilizado para esse fim.

Os classificados online ocupam a segunda posição no ranking, seguidos pelo contato direto, as agências de emprego e os anúncios em jornal, respectivamente.

Veja o ranking:

Indicação de amigos: 59,4%
Site de classificados online: 11,1%
Contato direto/ trabalhe conosco: 6,0%
Agência de empregos: 5,7%
Anúncio jornal/revista: 5,3%
Consultoria de recrutamento: 2,5%
Anúncio faculdade/escola: 1,1%
Anúncio mural de empresa: 1,1%
Lista de e-mails/ grupos: 0,7%
Empresas de recolocação: 0,4%
Redes sociais: 0,2%
Outro meio: 6,6%

Desempregados

Quanto aos meios mais utilizados pelos desempregados, o networking lidera com uma folga ainda maior (70,1%). Os que fazem uso dos classificados online são 68%

Veja o ranking:

Networking: 70,1%
Sites de emprego: 68%
Correio/e-mail: 66,4%
Sites das próprias empresas: 60,7%
Jornal/ revista: 58,8%
Headhunter: 53,9%
Redes sociais: 28,1% 

terça-feira, 12 de julho de 2011

Procura por serviços de outsourcing cresce no País

Setor de trabalhos temporários e serviços terceirizáveis empregou mais de 9,2 milhões de pessoas, segundo informações divulgadas pelo IBGE

O aumento do número de empresas especializadas no fornecimento de serviços de outsourcing também propiciou o crescimento de empregos com carteira assinada no setor: dos 44 milhões de trabalhadores formais, cerca de 8,2 milhões eram terceirizados e um milhão constituído por profissionais temporários.

Os dados foram divulgados recentemente pelo IBGE (Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e serviram de base para uma pesquisa realizada pela Trevisan Outsourcing sobre BPO (Business Process Outsourcing).

Contratação de serviços

De acordo com o levantamento da empresa, mais de 39% dos entrevistados contrataram serviços terceirizados de controle contábil por mais de cinco anos. O mesmo ocorreu com os serviços terceirizados na área de tributação – procurado por 35% dos empresários.

Os contratos de prestação de serviços também foram mencionados por 87% dos participantes, que defenderam um método de mensurar a qualidade dos serviços prestados formalmente. “Este é um ponto importante, pois desta maneira é possível avaliar, de fato, como está o andamento dos serviços da empresa contratada”, informa a sócia da Trevisan Outsourcing, Geuma Campos Nascimento.

Confiança e qualidade

Tal como em outras empresas, os serviços técnicos especializados na área contábil, tributária, societária, de finanças e processos voltados à gestão de negócios também precisam de precisão e qualificação pelos prestadores. Por esta razão, as empresas que dominam o assunto têm conquistado cada vez mais clientes.

Neste quesito, cerca de 70% dos entrevistados pela Trevisan informaram confiar nas empresas contratadas para a realização de serviços. A qualidade do trabalho executado também não deixou a desejar, já que 69% dos participantes confirmaram acreditar na qualificação técnica das equipes escaladas para a realização de processos.

“Os profissionais que atuam em atividades, principalmente nas regidas por fortes legislações, precisam de uma alta carga de treinamento para exercer suas funções básicas”, informa Geuma. “Neste caso, o conhecimento da legislação que regulamenta cada função e o constante treinamento para fins de reciclagem se tornam essenciais”, completa.

Expectativas para o setor

A expectativa para os próximos anos se mantém favorável aos negócios. Isto porque cada vez mais empresas precisam focar nas atividades essenciais do core business  e ainda estar atentas às mudanças do mercado interno e externo, ao ritmo imposto pela concorrência e também às exigências de clientes e investidores.

Para a Geuma, tais atividades demandam tempo e, por esta razão, a procura de empresas especializadas pode se mostrar um verdadeiro facilitador nestes processos. “As atividades conhecidas como 'meio' devem ser realizadas por empresas que possuam estas habilidades em seu histórico, como é o caso das prestadoras de serviços”.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

RH da LG Sistemas lança programa que traz a arte para dentro da empresa

Como primeira ação, o RH promoveu uma exibição de curtas-metragens durante o horário de almoço, em dois dias seguidos

Com o objetivo de agregar mais cultura ao dia a dia dos colaboradores da LG Sistemas, o departamento de recursos humanos da empresa lançou no último dia 21 de junho o "LG mais cultura". Como primeira ação, o RH promoveu uma exibição de curtas-metragens durante o horário de almoço, em dois dias seguidos.

O "LG mostra curtas", como foi chamada a exibição dos vídeos, se transformou em uma pausa para relaxar, interagir com a empresa e também conhecer diferentes perspectivas sobre essa fascinante e pouco conhecida vertente do cinema. Para contar um pouco da história do cinema, explicar alguns conceitos, discutir tendências e tirar dúvidas dos colaboradores, o cineasta Pedro Novaes foi convidado a participar, ajudando a selecionar os vídeos e acompanhando as duas apresentações cinematográficas.

Os colaboradores da LG Sistemas, tanto na matriz, em Goiânia, como em outras cinco unidades espalhadas pelo País, puderam assistir os premiados curtas nacionais Um pra Um, Romance.38, O Brilho dos Meus Olhos e Ao Vivo.

Importância empresarial

Para a gerente de RH da LG Sistemas, Karina Pimentel (foto), o programa visa possibilitar aos colaboradores uma convivência mais intensa com todas as manifestações da arte, assim como estimular a capacidade criativa, expandir a percepção, incentivar o convívio e o relacionamento interpessoal. "Resumiria que este programa veio para ampliar nossa capacidade de aprender e reaprender, através de experiências práticas", diz Karina.

Já para o idealizador do projeto, o Diretor de Tecnologia da LG, Eduardo Virgílio (foto, vídeo), o LG mais cultura vem para agregar ainda mais valor à formação técnica dos colaboradores da empresa: "Shows, cinema, história, filosofia, literatura... acredito que tudo isso contribui para arejar a mente, alargar o espírito e nos tornar ainda mais humanos. Por isso a importância desse trabalho".

Além do primeiro LG Mostra Curtas, muitas novidades estão por vir, como adianta Karina: "Oficina de teatro, contadores de estórias, aulas de circo e um coral são algumas das possibilidades de trabalho que planejamos para o segundo semestre".

Sobre a LG Sistemas

A LG Sistemas é especialista em tecnologia para gestão de recursos humanos e, há 26 anos, busca oferecer flexibilidade ao trabalho dos profissionais de RH através de suas soluções. Os produtos da empresa integram uma solução completa para gestão de RH, a suíte FPW, e são construídos para que as mais variadas necessidades desses departamentos sejam atendidas.

Com sede e centro de desenvolvimento em Goiás, a LG Sistemas mantém escritórios próprios em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Minas Gerais e um representante na Bahia. Alguns de seus clientes são AMBEV, Vale, Oi, Carrefour, Caterpillar, Fiat, Grupo Positivo, Grupo Votorantim e Rede Globo.

sábado, 2 de julho de 2011

Recrutadores agilizam processo de seleção para garantir contratações

Com receio de perder bons profissionais para a concorrência, empregadores aceleram a escolha de novos candidatos e adequam suas exigências à realidade do mercado

Ao contrário do que muitos possam imaginar, as negociações para contratar novos talentos nas empresas têm sido mais rápidas e flexíveis, afinal, são muitos os empregadores que perceberam que a demora neste processo pode causar prejuízos, especialmente no que diz respeito à aquisição de bons profissionais.

"O ritmo de negócios do País exige processos mais ágeis, porém não menos qualificados. Seleções muito longas trazem desvantagens às empresas que podem perder bons profissionais para a concorrência", diz o diretor nacional de educação da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Luiz Edmundo Rosa. 

Isto ocorre, em parte, por conta da ausência de profissionais qualificados nos mais diversos setores. Até mesmo quem trabalha no agronegócio, por exemplo, precisa entender de logística e tecnologia, já que a produção se mostra cada vez mais mecanizada. 

O comércio também não fica atrás, pois com novas tecnologias aumenta-se também a necessidade de profissionais preparados para a venda de produtos aos consumidores - estes, cada vez mais exigentes.

Menos experiência

Com a falta de mão-de-obra qualificada, ganha quem for mais rápido e flexível. Por esta razão, muitas empresas têm adequado suas exigências à realidade do mercado e, não raro, acabam optando pela contratação de profissionais menos experientes.

Para Rosa, o empregador precisa entender que estará escolhendo o 'melhor profissional' entre os regulares e, por isso, aceitar um candidato que não domina perfeitamente a tecnologia pode ser um bom investimento, desde que o mesmo se destaque nos processos de avaliação e seleção.

Neste caso, a contratação precisa ser certeira para que o empreendedor tenha garantias do retorno de tal investimento e não corra o risco de ver o profissional utilizando-se do conhecimento adquirido como trampolim para migrar para outra empresa.

Investimento interno

Uma alternativa para quem deseja evitar os transtornos dos processos de seleção é estar atento aos talentos já existentes no próprio quadro de funcionários da empresa. Muitas vezes, é lá que se encontram os profissionais mais aptos para receberem investimentos à longo prazo.

"Quem não aposta no pessoal de dentro da casa, pode ver seus melhores empregados sendo levados pela concorrência. Uma situação nada agradável neste período de escassez", explica .

Avaliação criteriosa

Para evitar uma saia justa durante a entrevista, o ideal é que, ao participar de um processo de seleção, os candidatos saibam o máximo de informações sobre a empresa em questão: fiquem por dentro dos investimentos, transações comerciais e tecnologias utilizadas pelo empregador.

"Serão mais bem avaliados os profissionais pró-ativos, bem como aqueles que mencionarem na entrevista como poderão contribuir para que a empresa realize seu objetivo estratégico", avalia Rosa.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Brasileiros são os mais otimistas com contratação de profissionais de finanças

De acordo com levantamento, 54% dos brasileiros apostam no aumento de suas equipes nos próximos seis meses 

Os brasileiros são os mais otimistas no que se refere à intenção de contratar profissionais de finanças e de contabilidade, segundo revela a Pesquisa Internacional de Mercado de Trabalho realizada pela Robert Half.

De acordo com o levantamento, 54% dos brasileiros apostam no aumento de suas equipes nos próximos seis meses, enquanto que em países como Suíça, Dubai, Luxemburgo e República Checa, o índice não passa de 15%.

O estudo ouviu 2.525 executivos da área de finanças e recursos humanos no Brasil, Áustria, Bélgica, República Checa, Dubai, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Suíça e Holanda.

Qualificação

O crescimento/ expansão dos negócios (53%) e o aumento da carga de trabalho (30%) são as principais razões apontadas para as novas contratações em Finanças e Contabilidade no Brasil.

“O Brasil continua como um dos principais alvos dos investimentos e há um volume grande de empresas em expansão, o que justifica a necessidade de ampliação dos quadros”, explica o especialista em recrutamento da divisão de finanças e contabilidade da Robert Half, Mário Custódio.

Porém, apesar da oferta de oportunidades, no Brasil, há grande dificuldade em encontrar mão de obra qualificada, sendo que 97% dos entrevistados brasileiros consideram desafiadora a tarefa de buscar profissionais qualificados neste setor.

“O volume de trabalho das áreas contábeis é grande e as companhias percebem que precisam de alguém que conheça em profundidade as normas IFRS (International Financial Reporting Standards) e saiba aplicá-las”, diz o especialista.

Em países como Luxemburgo (57%), Dubai (49%) e Bélgica (29%), a busca por talentos de finanças não tem sido tão desafiadora, observa o estudo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Conheça algumas práticas adotadas pelas 100 melhores empresas para trabalhar

De acordo a pesquisa, 47% das empresas incentivam práticas esportivas fora do ambiente de trabalho

As empresas estão cada vez mais preocupadas com a qualidade de vida de seus profissionais. Um levantamento realizado pelo Great Place to Work com As 100 melhores Empresas para Trabalhar no Brasil revela que elas adotam práticas que beneficiam tanto a saúde física com a mental dos seus colaboradores.

Segundo o levantamento, 47% das empresas incentivam práticas esportivas fora do ambiente de trabalho e 21% realizam algum tipo de atividade física em suas próprias instalações.

Além disso, 48% possuem horários flexíveis para todos os funcionários e 75% concedem apoio psicológico total ou parcial para toda a empresa.

Avaliação do profissional

Na pesquisa, os profissionais têm de avaliar a sua percepção em relação ao ambiente de trabalho, analisando a seguinte frase: “As pessoas são encorajadas a equilibrar sua vida profissional e pessoal”.

Desde 1997, quando a pesquisa foi iniciada no País, até 2010, a média de pessoas que afirmavam que "sim" subiu de 74% para 80%, nas empresas consideradas as melhores para trabalhar. Nas demais empresas, a média foi de 58%. A diferença de mais de  20 pontos percentuais entre as Melhores Empresas para Trabalhar e as demais demonstra que o fator é considerado um diferencial para os funcionários.

Outra afirmativa, que busca saber se o local de trabalho é psicologica e emocionalmente saudável para trabalhar, alcançou média de 82% nas Melhores Empresas para Trabalhar com os maiores índices de confiança e de 60% nas demais avaliadas.

Equilíbrio

Os dados revelam ainda que 26% dos funcionários consideram que o principal motivo que os faz permanecer em suas empresas é o fato de elas proporcionarem equilíbrio entre vida pessoal e profissional. As empresas que possibilitam aos seus profissionais se ausentarem do trabalho, caso necessário, atingem média de 80%.

Há ainda a percepção de ser tratado como pessoa e não somente como funcionário. Neste quesito, as melhores empresas apresentam média de 81%.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Executivos Apontam Novas Funções Para Profissional De Rh

Segundo pesquisa realizada pela consultoria Delloite, 88% dos entrevistados afirmaram que assuntos relacionados a pessoas se tornarão mais importantes dentro das empresas no futuro. Com isso, o profissional de Recursos Humanos terá um novo papel.

Segundo pesquisa realizada pela consultoria Delloite, 88% dos entrevistados afirmaram que assuntos relacionados a pessoas se tornarão mais importantes dentro das empresas no futuro. Com isso, o profissional de Recursos Humanos terá um novo papel.

O estudo ouviu 531 executivos e 95% esperam que, diante desta nova realidade, o profissional de RH se torne mais estratégico e gerador de valor, não apenas um centro de custos.

Hoje, 60% dos executivos entrevistados já consideram assuntos relacionados às pessoas de extrema importância, número que sobe para 90% na análise dos próximos três a cinco anos.

Comunicação

Outro dado interessante apontado pelo estudo diz que é necessário uma melhoria na comunicação ente líderes de RH e os da corporação.

Para se ter uma noção, 60% dos executivos de alta administração afirmam nunca consultar a área para tomada de decisões nas operações de fusões ou aquisições, o que mostra uma lacuna de troca de informações. Outros 40% não consultam o RH, quando o assunto é outsourcing.

Mesmo sem consultar a área, na opinião dos executivos, ela é vital para determinar desempenho, aumentar competitividade, desenvolver novos produtos e serviços e capitalizar sobre avanços tecnológicos, o que tem grande impacto no crescimento, competitividade e lucratividade da empresa.

Recursos Humanos

A principal finalidade da área de RH é servir como elo e fonte de equilíbrio entre trabalhadores e direção. Porém, isto em nenhum momento significa proteger um dos lados, mas, sim, conciliar interesses, direitos e obrigações.

É preciso ter consciência de que a primeira medida deste profissional, ao chegar na empresa, será diagnosticá-la por completo. Para isso, ouvirá muito, tanto os funcionários quanto a direção. Horas de reunião serão dedicadas à composição de uma política.

Antes da elaboração de qualquer proposta, serão apontados os pontos fracos da empresa. A partir daí, serão discutidos os próximos passos.

Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 25 de maio de 2011

I Congresso Nacional de Gestão de Pessoas do Poder Judiciário

Fomentar a interação, a inclusão social, a sustentabilidade e a troca de experiências entre os Tribunais na área de Gestão de Pessoas, com o objetivo de forma gestores para o desenvolvimento de práticas que possibilitem a efetividade nas ações alinhadas às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça. Este é o principal objetivo do I Congresso Nacional de Gestão de Pessoas do Poder Judiciário (Conagep) - evento que acontece de 21 a 22 de junho de 2011, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo - Palácio Popular, na cidade Campo Grande, localizada no Mato Grosso do Sul.

O evento foi idealizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de MS, Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região, Justiça Federal de MS. Para essa primeira edição do congresso, o tema escolhido foi "Os Desafios e Caminhos da Gestão de Pessoas" e, na oportunidade, serão promovidas palestras, apresentações de cases e de debates.

De acordo com a coordenação do evento, o público-alvo do I Congresso Nacional de Gestão de Pessoas do Poder Judiciário, contempla servidores e gestores dos Tribunais de Justiça, dos Tribunais Regionais Eleitorais, dos Tribunais Regionais do Trabalho e dos Tribunais Regionais Federais. Vale ressaltar que os interessados poderão fazer as inscrições, gratuitamente, no período de 17 de maio a 03 de junho de 2011, através do site oficial do evento: http://www.tjms.jus.br/conagep/index.php .

Programação - A programação oficial do Conagep contará com as participações de:

Dulce Magalhães - Educadora, pesquisadora, escritora e palestrante. PhD. em Filosofia com foco em Planejamento de Carreira pela Universidade Columbia (USA), mestre em Comunicação Empresarial pela Universidade de Londres (Inglaterra).

Eduardo Carmello - Diretor da ENTHEUSIASMOS CONSULTORIA EM TALENTOS HUMANOS. Consultor organizacional e educacional, especialista em Gestão Estratégica de Pessoas.

Eduardo Shinyashiki - Palestrante, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Especializou-se em Desenvolvimento Humano nos Estados Unidos, Europa, América do Sul, México e Índia.

Diogo Albuquerque Ferreira - Especialista em Educação à Distância pelo SENAC-DF e graduado em Administração pela Universidade de Brasília. Design Instrucional e Especialista em Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

Amyr Klink - Economista e Administrador, formado pela USP, iniciou suas viagens em 1984 quando realizou a primeira travessia solitária do Atlântico Sul a remo. Em 1989 iniciou sua Invernagem solitária na Antártica e no verão deixou a Península Antártica e seguiu até a Ilha Moffen, no Ártico, navegando 27 mil milhas e retornando ao Brasil 642 dias após sua partida.

Tânia Regina Noronha Cunha - Bacharel em Ciências Jurídicas pelas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso; especialista em Direito do Estado com ênfase na Lei n. 8.112/1990, Universidade Estácio de Sá/RJ.

Jane Selma Barbosa - Formada em Direito, pós-graduada em Gestão de Pessoas, servidora efetiva do Poder Judiciário de Mato Grosso desde 1990, atuou como Diretora do Departamento Judiciário Auxiliar. Participou do Projeto de Modernização do Judiciário e da criação da Escola dos Servidores.

Albigenor Militão - Conferencista nacional, escritor, psicólogo organizacional, especialista em jogos empresariais. Diretor da Imagemdomínio Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas. Empresa parceira de diversas instituições e consultorias, na realização de programas de T&D.

Ritze Ferraz - Especialista em Educação a Distância - SENAC MG - 2008 e Bacharel em Ciências biológicas - Universidade Metodista Isabela Hendrix - 1982. Vivência profissional de 9 anos na área de coordenação de cursos à distância, mídias para educação e projetos andragógicos para web no TRE-MG, TSE e CNJ.

Luciano Coppini - Palestrante, Consultor com experiência em : treinamento e desenvolvimento de pessoal, análise de processos, recrutamento e seleção, implantação e gerenciamento de cargos e salários, avaliação de potencial com planejamento e acompanhamento de carreira, formação de Lideres e coaching gerencial.

Thatyanne Fonseca Pirangi Soares - Pós-graduada em Gestão Pública, pela Escola Nacional de Administração Pública. Pós-graduada em Língua Portuguesa, pela Universidade Salgado de Oliveira, do Rio de Janeiro. Há 15 anos, atua na área de desenvolvimento de RH, na coordenação de programas e projetos de Educação Corporativa; Desenvolvimento Organizacional; R&S.


Serviço:

I Congresso Nacional de Gestão de Pessoas do Poder Judiciário - Conagep
Data: De 21 a 22 de junho de 2011
Realização: Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul
Informações e Inscrições: Conagep ou através do e-mail: congressonacional@tjms.jus.br e telefone:             (67) 3314-1444.